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18 de March de 2009 |
O que é a Apnéia do Sono
Fonte: The National Institute of Neurological Disorders and Stroke – NINDSA apnéia do sono é um doença (síndrome) comum, relacionada ao sono, caracterizada por breves interrupções da respiração durante o sono. Os episódios duram comumente dez (10) segundos e muito mais, e ocorrem repetidamente durante a noite.
Pessoas com apnéia acordam parcialmente quando sua respiração é interronpida na ocorrência dos episódios, após os quais é retomada a respiração normal. Os episódios ocorrem inúmeras vezes durante o sono. Na maior parte das vezes não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão de sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial. Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de "noite mal passada" ao despertar, assim como fadiga e sonolência durante o dia.
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06 de September de 2007 |
 O labirinto, localizado na parte interna da orelha, detecta a cada instante a posição do corpo e envia sinais às estruturas cerebrais relacionadas ao equilíbrio.
Sintomas da labirintite
Labirintite causa vertigem, desequilíbrio e algumas vezes movimentos involuntários dos olhos. É comum a perda de audição no ouvido infectado. Também são comuns náusea, ansiedade e sensação de mal estar devido aos sinais de equilíbrio distorcidos que o cérebro recebe do ouvido.
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29 de May de 2007 |
Postura física adequada e prática de exercícios são a melhor forma de prevenção de problemas Dor na coluna incomoda muito e é cada vez mais comuns entre nós. A causa dessa dor pode trazer conseqüências graves para a saúde, se não houver a avaliação correta de um médico ortopedista. Por isso é bom ter cuidado com atividades praticadas no dia-a-dia. Elas podem contribuir para o aparecimento de lesões na coluna.
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29 de May de 2007 |
 O Parkinson destrói as células nervosas do cérebro que produzem o químico dopamina, causando problemas de movimento e de equilíbrio. Os pesquisadores descobriram uma molécula que pode prevenir a degeneração destes neurônios e ajudar na regeneração das células danificadas.
Segundo artigo publicado na revista científica Nature, os sintomas do Parkinson diminuíram em ratos que receberam injeção com a proteína.
Proteção de 96%
Os remédios anti-Parkinson atualmente disponíveis não impedem as células nervosas de degenerarem-se e morrerem. Por isso, os efeitos dessas drogas são curtos e ineficazes.
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